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Historial


O Núcleo Regional de Viseu da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral (atualmente designada Associação de Paralisia Cerebral de Viseu) nasceu da necessidade de se apoiarem crianças e jovens com Paralisia Cerebral, do Distrito de Viseu, que até então tinham de se deslocar ao Núcleo Regional do Centro da A.P.P.C. e outras Instituições.

Em dezembro de 1982 iniciou a sua atividade na cave do Centro Regional de Segurança Social de Viseu, com material improvisado e cedido por outras Instituições, onde, se desenvolveu um trabalho válido nas áreas da: Reabilitação; Intervenção Socioeducativa; Integração Sócio Escolar.

Com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Viseu de outras entidades oficiais e particulares, das quais se salienta o Centro Regional de Segurança Social, foi criado o Núcleo Regional de Viseu com sede na Quinta de Belém - Vildemoinhos.

Fizeram-se obras de restauro e adaptação, de acessibilidade, do edifício que foi cedido ao Núcleo, pela Santa Casa da Misericórdia de Viseu, ficando este, dotado para o atendimento de 60 crianças, em regime de Semi-internato e 200 em Ambulatório.

Paralelamente foram feitos acordos nestas áreas com o Centro Regional de Segurança Social de Viseu.

Em 1990, o Núcleo Regional de Viseu adquiriu um edifício anexo, onde funcionava um Jardim de Infância, bem como, os terrenos a nascente do edifício.

Ainda neste ano, a Instituição iniciou o desenvolvimento de ações de formação, dirigidas a pessoas com deficiência, com base nas necessidades e expetativas das pessoas apoiadas e dos diagnósticos do tecido empresarial da região de Viseu.

Em 1992, celebrou um acordo de cooperação com a Direção Geral do Ensino Básico e Secundário, criando a Escola de Ensino Especial. Celebrou.

Ainda nesse ano a Instituição celebrou um acordo de cooperação com o Centro Regional de Segurança Social de Viseu para a criação da resposta social Lar Residencial

Em 1995, celebrou um acordo de cooperação com o Centro Regional de Segurança Social de Viseu para o desenvolvimento de atividades de CAO – Centro de Atividades Ocupacionais.

Em 1997, estabeleceu o Protocolo de Colaboração com o NAACE (Núcleo de Atendimento e Acessibilidade) da Câmara Municipal de Viseu, segundo o qual cede as suas viaturas e motoristas para o serviço de transporte de cidadãos com deficiência no Concelho de Viseu.

Em setembro de 1999, iniciaram as atividades no novo edifício destinado ao Centro de Atividades Ocupacionais.

Em 2000, celebrou dois novos acordos com o Centro Regional de Segurança Social de Viseu para o desenvolvimento de atividades ao nível da resposta CAO e Lar Residencial, no novo polo da Associação sedeado em Oliveira do Conde.

Em 2007, celebrou um acordo de cooperação para o desenvolvimento com a Segurança Social / Educação / Saúde. a Resposta de intervenção integrada –Intervenção Precoce.

A 01 de janeiro de 2009 a Associação de Paralisia Cerebral de Viseu. (associação fundada a 30 de março de 2004 por escritura publica) absorveu os passivos e ativos do Núcleo Regional de Viseu da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral - APCV.

A APCV – Associação de Paralisia Cerebral de Viseu~, ainda, em 2009, adotou um modelo de gestão da qualidade alinhado pelos princípios base do EQUASS, modelo Europeu de Qualidade em Serviços Sociais. Um dos desafios que se colocaram à organização no ano 2011 foi a primeira certificação pelo nível de Assurance do referido modelo, tendo vindo sempre de forma continua a renovar a mesma.

Em 2015 a APCV – Associação de Paralisa Cerebral de Viseu - procedeu ao registo no INR, I.P. enquanto Organização Não Governamental das Pessoas com Deficiência de Âmbito Local, estando registada com o n.º 104 /2015.

Em 2016 celebrou um acordo de cooperação com a Segurança Social para desenvolvimento de atividades ao nível da resposta social Residência Autónoma.

Atualmente, desenvolve ainda serviços de medicina física e de reabilitação e no ultimo semestre de 2017 abriu as portas à comunidade com a concretização de um posto de vendas de produtos hortícolas denominado “RIA na Quinta” (resultado de uma candidatura ao BPI Capacitar com o projeto “Rumo à Inclusão e Autossustentabilidade).

Tem vindo ao longo dos seus anos de existência a apresentar diversos projetos sociais e incorporado abordagens inovadoras que permitam a prossecução dos seus fins estatutários, com vista à satisfação das necessidades das pessoas que apoia e de todos os seus “stakeholders”.

A APCV dá apoio a mais de 500 pessoas com deficiência, incapacidade e/ou desvantagem, de ambos os géneros, e conta com uma equipa de trabalho que ronda os 130 colaboradores, distribuídos nas Respostas Sociais e Serviços disponibilizados.